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segunda-feira, 2 de julho de 2007

Poemas com a idade da pedra

Vou encolhendofeito lua minguante.Vou secandofeito folha no outono.Vou sumindofeito água na seca.Vou sendo tomadafeito praia em verão,feito América recém descoberta,feito a Terra Santa em dia de guerra,feito meu amor em suas mãos.


Sem ter o que dizermeu coração segue calado.Cansei de sonhar,quero manter a alma quieta,acalmar o sangue que pulsa nas veias.Distrair as minhas verdades,dormir de mim mesma,morrer por um segundo...


Calada.Em luto.Luto comigo,e com a saudade..A voz é fraquinha,a lágrima virou um rio.Eu, minúscula sinto-me grãode um imenso deserto...Aqui em minha terra fértil,a seca instalou-se...Sou sertão de negras veredas.Sou solidão.Imensa dor...

2 comentários:

Bernardo Moura disse...

E de quem é?

xico man disse...

Não sei mas só sei que é fixe!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!